NEANDERTAL

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Postada em 2011-03-26, por: Virginia de Azevedo e lida: 2270 vezes!

 
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            E inicia o atraca pau, é violenta a coisa, mas é a vila. Bemvindo a vila das explicações.
            De uma hora para outra a pauleira se transforma em confete. O alemão, vulgo saunduichinho, vai embora. Volta ao principado dos pampas como diz o glorioso Paulo Pinto, Streck (alguns civilizados) e deixa a vila para trás. Ficou a legião de fãs e aqui vai o meu tchau ao parceiro de deboches do mate, pois verdadeiros amigos são aqueles que discutem mas, não esquecem dos momentos que ficaram impressos no DV. Pasmem, eu fui a primeira capa do Diário de Viamão. Pera: não é alto elogio, é a verdade e a vila ficou a mil. Os fantasmas dão risadas afinal gostam de uma confusão danada. É uma cadeira só mas muito disputada, vale dindim. O curto? Acha que árabe é triste, nossa, árabe trouxe até a vila “a trova dos gaudérios” e deixou lá no norte os violeiros e suas leituras de Cordel (invasão dos mouros em Portugal). A vila é portuguesa, lembram? Tá difícil a cultura, bah...
            Um pasquim que parecia bom virou em propaganda, colocou ela, página inteirinha que me tirou dois mil e eu tinha justiça gratuita. Agora “tá” assim: O “sassa” é o que manda tudo (quem é o sassa?), mas sempre foi, qual é a surpresa? O filho pois não é júnior, inicia um processo de pula-pula para ver onde vai e o curto fala na frente X e nas costas Y. Veja bem: quem não foi no carnaval não é povão. Puts, eu não fui. Olha a música do outro “bonatinho bonitinho carequinha da mamãe, cadê a merindinha dos meus alunos em questão”, fiz para ele há muito tempo. E quem não conhecer a música pai francisco eu canto, é só colocar a letra dentro. Ele também vem para a cadeirinha.
            Na câmara o baba ovo de bermuda, tênis e casaco de lã, ficou “gel”, “desaparecida”, perguntou para mim. Minha resposta: não, estou em casa gravando.
            O que é cristão? Aquele que crê em Cristo. Concordo, mas o cara esqueceu de uma coisa, batuqueiro para crente é filho do demo. E cadê o exu funkeiro, morreu? E vem a pergunta: Júlio, o cara vai ou não? Acho que as águas da Corsan congelaram, pois até o comendador já foi. Renova Viamão, na “curtura” têm desfile. E cadê o pórtico? Achei outro jornal que têm TV. Te mete a vila tem canal fechado “in-off”. O funkeiro está lá de fatiota e o outro vídeo está aqui. O Lorega foi, o gato ficou. Aquele que mia se quebrou, chamou o Sabará de primeira dama e teve que pedir desculpas no ar à uma certa esposa de um certo vereador. Viu: só o Eco do Bar, vulgo Escobar, liga. Ato falho: quem é o homem da lei amigo do mate? O povo quer saber. Quem deu o tiro em quem? Vamos esclarecer.
            A pedido: um cara anda me incomodando pra burro, está magro, careca e também está de olho na cadeirinha, por enquanto sem partido, bem Tiago Cunha, falei em ti.
            Respondendo ao Guex: Não mamo na teta, até porque sou o câncer da mesma. Não me dão colher de chá, fico gel na minha e o telefone bate. Toca o celular, impossível escrever. Malhem, tripudiem mas eu sou mais eu. Não paguei a capa do DV (foram três).
Foto: deu ou não deu churriu quando entrou na bola cheia de moto? O Marques está quieto, o Broda tenta e não se ouve e assim a vila vai devagar e sempre. E eu também, tem que ter substância. Assuntos cansativos: hospital, RS 040, pedágio, sou professor e policial civil. A propósito cadê o Padilha? Ao novo editor do DV, bem vindo a vila. Da vidente ninguém mais falou. Ao Jornal on-line uma observação: tem erro nas palavras, não malha colunista porque tu és muito ruim e era isso. PS.: só saiu a camiseta, o jornal não. Se auto-convidou para o programa no Vila Ventura. O comendador caiu da boca. Quarenta mil gastou o fasci-nazista com o som lá em cima (IPTU) e eu? NÃO GOSTEI DO TEXTO. Cadê o intendente? Está na região central onde mora o manda chuva do país. Aviso: estes termos são meus, este jeito de escrever é meu. Direitos autorais garantidos. Aprendam, não copiem. É que o gato anda escrevendo parecido.


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