NEANDERTAL

Novidades

Postada em 2012-04-14, por: Virginia de Azevedo e lida: 4442 vezes!


NOVIDADES

            Novidades, na vila central ou matriz olha só, surgiu um pasquim, até que veio para alegrar o cara que recebe R$ 548,00 de salário. Surge um outro divertimento, todas as sexta-feiras, além de búzios e horóscopos sai o pasquim. Vai lá tchê, custa somente R$ 0,25. É bem baratinho porém, muito complicado.
            Quem assina o edital é o fantasma camarada. Um anjo chamado Daniel vira jornalista pela lei do registro liberado STF, deixando assim de fazer quatro anos de curso de jornalismo, não esquecendo do vestibular. O outro, também não está formado. Disse que estava na TVCom mas sem diploma o judeu não deixa.
            Não entendi bem a que se propõe o mesmo. Há uma combinação de gambás assíduos do uísque e da pinga que ajuda. De que lado estão afinal? Contra o prefeito deu para notar e como mas, lendo o mesmo vi que ninguém presta. Fiquei com pena de uma vaga coitada citada por um colunista formado, filho de um baba ovo mas educado. O cara acabou com a vaca. Outro atacou o “pau” que eu segurei que terão que engolir com ou sem o Lindo. Quem sabe o livro agora ache a biblioteca e a cultura ruge. Tem que dar uma colher de chá para o cara. Minha opinião. Acho que não dá nada, mas que acertei em segurar o “pau da bandeira certa”.
            Padilha é Padilha, solta pelas ruas, voando sua saia, de bar em bar, de mesa em mesa, de rádio em rádio, retornando básica ao aconchego da bota. O gato mia um pouco mais alto, será pré-candidato a vereador. Te mete, a convite do intendente. O que ninguém percebeu é que o caneta usa a rádio difusora.
            Certa ocasião um tal Tavares tomou uma coronhada “uma microfonada” na cabeça em plena sessão. Abriu um “taio” imaginem o nobre e futuro “edi”, ou apanha ou arrebenta a cara do povo. Mas o caneta disse, o mês Julio frio apoia. Fazer o que? Mas voltamos ao pasquim. Um cara que tem um irmão “mara” só fala no baile de carnaval e surpresa, quem quebrava os vidros no bairro Ipê vira advogado, é o sobrenome do tio. Ora ora ora, cadê o jornalismo, o profissionalismo, não há necessidade de citar determinados nomes, pois a vida particular do cara não interessa, dá processo.
            A fera se auto-elogia com o cargo que o “frio” deu e este sobe por um mês para pagar o que ficou devendo.
            C.C. pode ser CEEE ou Corsan. Eu tenho pena afinal vai passar a entender de luz ou água e esgoto, isto o pasquim não diz. A vila é assim, o país é isso. Chegando lá no meio do jornal eu vejo quem? Quem um dia com um copo de vinho tinto saiu de sua casa e entrou num órgão que representa os advogados, livre, leve e solto. Mas esse pode, é formado.
            Um que andava no diário, passa para o pasquim. Está fraquinho.
            Aviso: se isso cair na mão do cara só o dedo por segurar. Laranja corre perigo, se já nasceu podre, cair é fácil. Eu tinha esperança de ser um jornal sério, mas surgiu um baixo, de baixo valor mas, vale a pena ler o que é baixo, faz parte da literatura. Posição contrária sem diplomas. Muita propaganda (lugares frequentados por todos). E assim eu termini, Padilha está solta, leva seus maridos todos, na canjibrina para os cruzeiros da vida, retorna para a rádiodifusão e se eu errar que duvido, tem dedo aí. Obs.: Nem sempre arruda dá sorte, murcha e seca.


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