NEANDERTAL

O Circo

Postada em 2013-02-24, por: Virginia de Azevedo e lida: 3539 vezes!


 

 

O CIRCO

E... iniciou o barato da “Câmera”. Encantaram-me ou melhor, me encantei com os nobres Edil’s.

Subi as escadas, não do tal palacinho, mas do circo.

Segundo Amilton Machado (bah puxei-me no tempo, 26 anos é assim que se conhece a vila).

Uma recepção calorosa eu tive “Como vai guria!” e eu espantada, perguntei quem é? KKKK, era o pai da Borboleta de Filé: Magnífica, de pretinho básico, sapatinho bicudo com um leve saltinho, um bumbum arrebitado mais do que o meu e como o Costinha diria....... rica! Perninhas juntinhas, bela, solta, básica. Pobre vila. Vinte e um ao todo.

SIMPÁTICOS: O da Empresa (muito simpático).

PERDIDOS: Totalmente fora da casa, na mesa havia dois, “se tá tudo errado aqui”, é de propósito “tá”? O primeiro perdido é um tal de Aguirre, este tem uma oratória invejável e a única representante do lado feminino com chapinha e tudo que só leu. Obs.: provavelmente sem óculos é óbvio pois lia aos trancos e barrancos.

INVOCADOS: Maninho (o bom) e o sabatista, nem oi me deram. Bah, nem dormi a noite. Fiz a festa. Tudo que um povo gostaria de fazer e não faz de medo, eu fiz. Povo burro que não sabe que paga o salário dos nobres Edis.

GRAN FINALLE: Adivinha quem veio? O mandatário, brilhava sua cabeça. Declamou, foi Bonatto, não, foi bonito. “Vamo te asfalto e tudo mais”. É tipo escambo, não se paga IPTU e ganha asfalto.

O SONHADOR: O ex que é funcionário do DMAE gesticulando falou no aeroporto pois não se tem nem hospital.

ZÉ BRONQUINHA: João que não é pedreiro mas grita, Nossa Senhora. Grita e acusa pois, nada faz.

E a borboleta trocava mensagens em seu humilde celular dourado. E lá fora, um professor com meu “namorido” não viu o pai da mesma e disse: Meu Deus na Câmera tem veado. Não fui eu. No meio do “fumo, viemo e vortemo”, o João me chamou de mocinha. Cala a boca, eu sou coroa. Foram muitas fotos né Penico. A coxia é muito bom, desenterraram a irmã do Mário Mendes (para quem não sabe, já se foi há muito tempo), virou “CC” do PDT. O intendente que é o “EX” alugou do “Pretto” uma salinha e depois de acabar com a “Curtura” daqui, fundou um centro cultural nesta sala. Não vi o SASA mas, vi a cria.

Ronaldo Ribeiro Centro, Ex-PT, PSDB, PSB e agora PT novamente, subiu ao púlpito e contou toda a história trágica do Azambuja. Foi mal. E no meio de tudo isso o meu amigo Nadim me mostra uma Ata. Jazida era o que estava escrito, julgou o meu amigo que estava errado, mijou no Penico 1 mas, o jazigo é no gerúndio.

Desistiram de apitar na mesa porque nem apita cala a minha boca. Conheci o coitado do representante dos aposentados de Viamão. Este acreditou no senador safado. De pedreiro a despachante, a vila elegeu o TITICO e o Boxoró e um amigo meu do facebook confessa: Sou vileiro.

Mas falou o que é sem esquecer o que foi (ou quem sabe o contrário). O meu colega como professor se puxou. E o povo boiou, pois falou difícil demais.

Mas como na Câmera sempre teve barraco, em 2013 não seria diferente. Apertada para fazer xixi, morta de fome, enjoada da cara da múmia do Guex, me despedi de todos, quando alguém me aborda do púlpito. Não vai me ouvir? Era o Zé da Moita.

Porque moita? Porque ela é verde e se dá uma “cagadinha” básica quando apertado. Afinal o PV prega o que? Nenhum agrotóxico. O brabo foi abrir o facebook hoje, 20/02, pela parte da manhã. Chamaram-me de bolachinha recheada. Quem? O Zé Careca do PV. Que bom ser uma bolachinha. Come bolacha quem tem dente, quem não tem apenas joga de um lado para o outro da boca e engole. Em mensagem “inbox”, pediu penico.

Eu posso dizer a vocês que a maioria dos “ajudantes”, são biólogos. Nós finalmente conseguimos tomar conta da Câmera. Até um “piá” de 19 anos na “Curtura” é biólogo. É a formação do ecossistema da vila. PS.: Não posso esquecer que passei perto de uma escada e vi uma bola. A bola disse oi guria. Meu Deus era o Jaeger e depois, acabei tropeçando num toco que é meu vizinho. Para terminar, o espanto é que foi visto com um Pegeout na frente do point Bianchi, Sadi Saval.


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